Dezembro 25, 2007 by almadeplastico
E aí Mari, como foi de semana?
A minha foi extremamente difícil e fadigada. Um resfriado não esperado (aliás, ninguém a espera, né?) me quebrou os sonhos, lapidamente, um por um. Coisas fáceis foram dificeis, as prazerosas não surtiram efeitos e coisas inértes ficaram pior.
Te escrevo mais um cadinho ainda em breve.
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Dezembro 17, 2007 by almadeplastico
Olá Mariana. Devem te chamar apenas de “Mari”, aos montes, não?
Fico feliz que tenha achado de bom grado. Acho legal você comentar sobre medos e incertezas. É tudo muito estranho, de fato.
Quer dizer que é pintora e finge ser designer? Seria óbvio indicar a simetria entre as duas, mas já vi que o conceito não bate com a sua ideologia. Pagar contas é uma realidade, fato. Mas o que me deixou abismado foi sua euforia em ter tomado um chocolate quente ao cair da tarde, coisa que não fazia há anos. Diria que me matou de vontade, melhor ainda acompanhado.
Hoje foi um domingo típico. Sol, crianças e sorvetes. Poucos carros. Um bom livro. Mudança frenética de canais para tentar relaxar. Mais? Café tarde, almoço idem, sem janta. Mais um pouco? Devaneios, sonhos e expectativas. Estou sucateado apesar do dia de descanso.
A dor de cabeça deu uma trégua, valeu pela indicação dos chás. Tô sem comprimidos. Um pouco ressabiado. Nada preocupante.
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Dezembro 15, 2007 by almadeplastico
Olá Mariana.
É embaraçoso, sei bem. Estranhos são estranhos aqui e acolá. Mas faça que nem eu, deixe estar. Ao menos enquanto não te incomodar, o objetivo é instigar, conhecer, viver. Pra mim, isso funciona deveras, não como terapia, mas como diversão, bolero.
Hoje o dia foi chuvoso. Aprecio dias assim, mas quando estou do lado de dentro. Viver na cidade me deixou amargo, a ponto de odiar ficar molhado. Gosto de olhar. Aliás, passo horas ao esmo, sem fomentar nada, sem ação. Ás vezes é divertido, penso num futuro em que só eu existiria, nas coisas que pudessem acontecer.
A minha dor continua crônica, tomei dois comprimidos, acho que segura.
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